Arquivo da categoria ‘Barcelona’

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El sueño se hace realidad. Els Gladiadors del Pep

Junho 1, 2009

És lo equipo que más me hace ilusión. És por esto.

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Més que un Club

Maio 28, 2009

Maio é o mês em que se conhece os campeões europeus. Todos os campeonatos chegam ao final e as melhores equipes se dão a conhecer. Contudo, em 27 de maio de 2009, a palavra impressionante se tornou por demasiada fraca para descrever um feito que apenas 5 equipes lograram. Quero dizer, que apenas Celtic (1966-67), Ajax (71-72), PSV Eindhoven (87-88) e por último Manchester United (98-99), conseguiram ganhar todas as competições que disputaram numa mesma temporada.

O Barcelona na temporada (2008-2009) alçou a glória e se juntou a estes times conquistando o triplete. Mostra bem o espírito com que afrontou a esta final a seguinte assertiva: Del “salid y disfrutad” de Cruyff en el 92 pasamos al “demostrad lo buenos que sois” que Guardiola disse ontem a seus jogadores.

Eu dizia em 2 de maio que o Barcelona se expressava como um grande poeta rumo a sua epopéia. Também escrevi meio descrente que aquele Barça seguia os mesmos passos daquele time campeão na temporada 2005-2006 em que fez uma grande partida no Santiago Bernabeu. A verdade veio a se comprovar hoje. Contra os fatos não há o que se argumentar.

E com maior grandeza do que nunca recitaram sua poesia ante um Manchester United sem vestígios do grande campeão que foi a temporada passada. Confesso, que por ser um Homem de pouca fé, eu preciso presenciar os fatos para poder acreditar neles.

Justamente, por isso, não escrevi sobre o Barça quando eles ganharam do Athetic Bilbao de virada na final da Copa do Rei, ou também quando conseguiram a Liga BBVA após o Madrid perder para o Vilarreal. Não gosto de comemorar as coisas antes, nem faço muitos alardes quando as vitórias chegam, mas confesso que o durante que dura o lapso de tempo das conquistas a loucura desata.

Quem diria que os primeiros 10 minutos quem mandaria no jogo seria o Manchester United. Ou, talvez, que no décimo minuto Iniesta faria um passe para Samuel Eto´o e este marcaria um gol, recortando a zaga menos vazada de toda Europa, iniciando o fim da máquina movedora do teatro dos sonhos. Também se diga que Samuel Etoo havia avisado se tivesse a oportunidade faria o gol. Cumplió su palabra el camerunés: “Si tengo una en Roma, la meteré”. Dicho y hecho.

Durante a final, o Barça foi ele próprio como havia dito Josep Guardiola. Sem dúvida uma equipe com selo de identidade. Quem iria imaginar um triplete quando há um ano atrás o Barça fazia um pasillo ao Real Madrid. Ou, quiçá um começo de temporada em que perdeu a primeira, empatou a segunda e quase perde a terceira para o o Español.

Entretanto, Pep ja o havia avisado, “sem ambição não haverá opção”. Um dos responsáveis por este dia sem dúvida é Pep Guardiola acostumado a dizer que ele sem o talento de Xavi, Iniesta, Messi e companhia não seria nada. Contudo, é justo dizer que provavelmente eles sem Pep não seriam o que são tão pouco. Com Pep o Barça pode dizer em ROMA “VINI, VIDI, VINCI”.

Mais do que justo para um garoto que iniciou sua vida no Barça sendo gandula e festejava as vitórias do Barça ao lado de Victor Muños. Passou a ser hoje um dos principais artífices da melhor temporada de todos os tempos do clube de seus amores.

O céu é Azul e Grinard desde este 27 de maio. Os heróis do Futebol Clube Barcelona elevaram aos altares da história a Terceira Copa da Europa, a conquista que faltava ao “Pep TEAM” para proclamar seu Império, o Reino dos Céus BlauGrana. O velho continente se rende mais uma vez ao Barça, uma equipe melhor do que o sonho que a criou, eleita para marcar uma época e ser uma lenda do futebol.

O Manchester representou um gladiador derrotado no Olímpico de Roma, ante um autêntico olhar de um César. ‘Los que van a morir te saludan’. Como ocorria no Coliseo que dominava o César, o Barça também já conhecia seu final. A vítima sofreu os golpes das armas Blaugrana e acabou sendo devorada, depois de se render e mostrar respeito para o resto dos seus dias.

Os diabos vermelhos não escaparam de uma final que tinham marcado com o César Blaugrana, sentenciado desde seu trono. Seu fim era anunciado e já conhecido por um MESSIas. Corria o minuto 70 da final de Roma quando um MESSI subiu sozinho a uma altura inimaginável para um jogador de apenas 1,69. Hoje não se duvida mais que Messi é melhor que Cristiano Ronaldo. Fato que os culés já sabiam desde o ano retrasado. Como também, não há mais o mito que o Barcelona não ganha de time inglês com 11 em campo.

Hoje, o Barcelona, apesar de clamar, ser mais de que um clube (Mes que un club), é sem dúvida MAIS do que uma equipe. Sem exitar, como Pep afirmou também não é o melhor time da história, mas eles jogaram a melhor temporada de sua história, ganhando os três títulos e da forma que jogaram. Quiçá esse seja o ápice de seu império, mas sem dúvida ROMA mais uma vez na história pode presenciar diante de um CAESAR: “Al César lo que es del César. El fútbol tiene un Emperador que habla catalán y español.”


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Maio é o mês em que se conhece os campeões europeus. Todos os campeonatos chegam ao final e as melhores equipes se dão a conhecer. Contudo, em 27 de maio de 2009, a palavra impressionante se tornou por demasiada fraca para descrever um feito que apenas 5 equipes lograram. Quero dizer, que apenas Celtic (1966-67), Ajax (71-72), PSV Eindhoven (87-88) e por último Manchester United (98-99), conseguiram ganhar todas as competições que disputaram numa mesma temporada.

O Barcelona na temporada (2008-2009) alçou a glória e se juntou a estes times conquistando o triplete. Mostra bem o espírito com que afrontou a esta final a seguinte assertiva: Del “salid y disfrutad” de Cruyff en el 92 pasamos al “demostrad lo buenos que sois” que Guardiola disse ontem a seus jogadores.

Eu dizia em 2 de maio que o Barcelona se expressava como um grande poeta rumo a sua epopéia. Também escrevi meio descrente que aquele Barça seguia os mesmos passos daquele time campeão na temporada 2005-2006 em que fez uma grande partida no Santiago Bernabeu. A verdade veio a se comprovar hoje. Contra os fatos não há o que se argumentar.

E com maior grandeza do que nunca recitaram sua poesia ante um Manchester United sem vestígios do grande campeão que foi a temporada passada. Confesso, que por ser um Homem de pouca fé, eu preciso presenciar os fatos para poder acreditar neles.

Justamente, por isso, não escrevi sobre o Barça quando eles ganharam do Athetic Bilbao de virada na final da Copa do Rei, ou também quando conseguiram a Liga BBVA após o Madrid perder para o Vilarreal. Não gosto de comemorar as coisas antes, nem faço muitos alardes quando as vitórias chegam, mas confesso que o durante que dura o lapso de tempo das conquistas a loucura desata.

Quem diria que os primeiros 10 minutos quem mandaria no jogo seria o Manchester United. Ou, talvez, que no décimo minuto Iniesta faria um passe para Samuel Eto´o e este marcaria um gol, recortando a zaga menos vazada de toda Europa, iniciando o fim da máquina movedora do teatro dos sonhos. Também se diga que Samuel Etoo havia avisado se tivesse a oportunidade faria o gol. Cumplió su palabra el camerunés: “Si tengo una en Roma, la meteré”. Dicho y hecho.

Durante a final, o Barça foi ele próprio como havia dito Josep Guardiola. Sem dúvida uma equipe com selo de identidade. Quem iria imaginar um triplete quando há um ano atrás o Barça fazia um pasillo ao Real Madrid. Ou, quiçá um começo de temporada em que perdeu a primeira, empatou a segunda e quase perde a terceira para o o Español.

Entretanto, Pep ja o havia avisado, “sem ambição não haverá opção”. Um dos responsáveis por este dia sem dúvida é Pep Guardiola acostumado a dizer que ele sem o talento de Xavi, Iniesta, Messi e companhia não seria nada. Contudo, é justo dizer que provavelmente eles sem Pep não seriam o que são tão pouco. Com Pep o Barça pode dizer em ROMA “VINI, VIDI, VINCI”.

Mais do que justo para um garoto que iniciou sua vida no Barça sendo gandula e festejava as vitórias do Barça ao lado de Victor Muños. Passou a ser hoje um dos principais artífices da melhor temporada de todos os tempos do clube de seus amores.

O céu é Azul e Grinard desde este 27 de maio. Os heróis do Futebol Clube Barcelona elevaram aos altares da história a Terceira Copa da Europa, a conquista que faltava ao “Pep TEAM” para proclamar seu Império, o Reino dos Céus BlauGrana. O velho continente se rende mais uma vez ao Barça, uma equipe melhor do que o sonho que a criou, eleita para marcar uma época e ser uma lenda do futebol.

O Manchester representou um gladiador derrotado no Olímpico de Roma, ante um autêntico olhar de um César. ‘Los que van a morir te saludan’. Como ocorria no Coliseo que dominava o César, o Barça também já conhecia seu final. A vítima sofreu os golpes das armas Blaugrana e acabou sendo devorada, depois de se render e mostrar respeito para o resto dos seus dias.

Os diabos vermelhos não escaparam de uma final que tinham marcado com o César Blaugrana, sentenciado desde seu trono. Seu fim era anunciado e já conhecido por um MESSIas. Corria o minuto 70 da final de Roma quando um MESSI subiu sozinho a uma altura inimaginável para um jogador de apenas 1,69. Hoje não se duvida mais que Messi é melhor que Cristiano Ronaldo. Fato que os culés já sabiam desde o ano retrasado. Como também, não há mais o mito que o Barcelona não ganha de time inglês com 11 em campo.

Hoje, o Barcelona, apesar de clamar, ser mais de que um clube (Mes que un club), é sem dúvida MAIS do que uma equipe. Sem exitar, como Pep afirmou também não é o melhor time da história, mas eles jogaram a melhor temporada da história, ganhando os três títulos e da forma que jogaram. Quiçá esse seja o ápice de seu império, mas sem dúvida ROMA mais uma vez na história pode presenciar diante de um CAESAR: “Al César lo que es del César. El fútbol tiene un Emperador que habla catalán y español.”

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Fly one Time part.2

Maio 6, 2009

“La he pegado con toda mi alma y ha entrado por el único sitio”, rememoró el manchego, que definió el tanto como “un momento de la hostia”.

Andrés Iniesta

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Fly one Time

Maio 6, 2009

El milagro transciende una hazanã.

Em 29 de abril de 2008 o Barça era eliminado no “teatro dos sonhos”, também chamado de Old Trafford, campo do Manchester United. Nunca irei esquecer, uma bola cortada para o meio de Zambrotta e Paul Scholes acerta um voleio que nunca mais conseguiu acertar em toda sua vida. Isso era pra ter sido escrito a praticamente um ano atrás. Mas, eu não tenho o costume escrever  depois de derrotas seja de quem for.

Hoje 6 de maio de 2008 praticamente um ano depois. Vi o Barça levar um gol semelhante ao ano passado em um voleio, desta vez por Essien, de tamanha singularidade que em 100.00 se acerta apenas um. Mas, você sabe coisas impossíveis acontecem, especialmente contra o Barça. E desde o minuto 9 do primeiro tempo o barça ficou com o marcador atrás e perdendo. Parecia que seria mais um ano sem grandes alegrias…

Entretanto, foi mais parecido a um terremoto de felicidade. Um estalo de alegria de dimensões sísmicas. Corria o minuto 93 do segundo tempo, aproximadamente 17h45min de uma tarde quarta feira, que parecia ser sem graça. O Barça perdia por 1 x 0 e estava virtualmente fora da Champions… Contudo, em pleno desconto e com o tempo quase esgotado, Andrés Iniesta , obrou um milagre e meteu de forma mais que perfeita e merecida os discípulos de Pep Guardiola na próxima final do dia 27 de maio da Liga dos Campeões da Uefa.

Avé Culés.

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Now the old king is dead! LONG LIVE THE KING !!

Maio 2, 2009

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Saber Desfrutar Todos os Tempos

Nós mostramo-nos ingratos em relação ao que nos foi dado por esperarmos sempre no futuro, como se o futuro (na hipótese de lá chegarmos) não se transformasse rapidamente em passado. Quem goza apenas do presente não sabe dar o correcto valor aos benefícios da existência; quer o futuro quer o passado nos podem proporcionar satisfação, o primeiro pela expectativa, o segundo pela recordação; só que enquanto um é incerto e pode não se realizar, o outro nunca pode deixar de ter acontecido. Que loucura é esta que nos faz não dar importância ao que temos de mais certo? Mostremo-nos satisfeitos por tudo o que nos foi dado a gozar, a não ser que o nosso espírito seja um cesto roto onde o que entra por um lado vai logo sair pelo outro!

Séneca, em ‘Cartas a Lucílio’

Apesar de o Real Madrid já não ter a imagem de equipe do regime franquista e o Barcelona possuir uma dimensão mundial, no quadro que, todos os anos, emoldura o maior clássico do futebol espanhol, continuam vestígios de um tempo em que tais duelos eram, verdadeiramente, mais do que simples partidas de futebol, sobretudo, para o povo da Catalunha, que vê nas vitórias sobre o monstro de Madrid, um grito de revolta contra o poder central de Franco. Por isso, Cruyff dizia que enquanto no Ajax, quando ganhava lhe diziam parabéns, em Barcelona, quando tal sucedia frente ao Real, diziam-lhe obrigado!

Um sentimento aumentado quando a vitória era em Madrid, como em 17 de fevereiro de 1974 quando o holandês Johan Cruyff era o lider e alma daquele Barça participou da lendária goleada de 0-5, com três gols do mago holandês. o Técnico era Rinus Michels e a temporada 73/74. Sem dúvida um partido memorável que em 2 de maio de 2009 seria lembrado por tamanha façanha.

Todo técnico que se preza conta em seu trabalho com um partido que funciona como uma metáfora do futébol. Johan Cruyff também teve o seu no Barcelona x Dinamo de Kiev na copa da europa em 1993 placar de 4×1, tal partida ficou conhecida como a que capitalizou a essência do Dream Team. Frank Rijkaard e Ronaldinho Gaúcho alcançaram a plenitude com um 0 x 3 em cima do Real Madrid em 2005. Em tal jogo o Santiago Bernabeu aplaudiu de pé Ronaldinho Gaúcho.

O clássico, que representa um evento da humanidade, como é conhecido na Espanha, Real Madrid x Barcelona convida sempre aos extremos tanto pelo futebol apresentado, como por sua história de rivalidade esportiva e política.

Hoje dia 2 de maio de 2009 foi a vez de Pep Guardiola. Que transformou a fantasia do futebol transpassar a fé do que poderia ser possível acontencer em um Real Madrid x Barcelona. Pep em sua estréia como técnico no Bernabeu culminou sua grande obra mestra com um partido para ser recordado pelas próximas gerações, por demais histórico, orgásmico, sem dúvida alegórico com sua estética silenciosa, alçando o amor entre o Barcelona e o futebol em uma total correspondência entre a ilusão de um projeto e a realidade de vitórias deste conjunto.

Durante a semana confessou que poderia não ganhar nenhum título, mas que iria para cima de todas as equipes fosse quem fossem. No início com “esfuerzo, trabajo e dedicación” alimentava a sofrida auto estima de um time que ruiu depois de ser campeão da Europa. Hoje é capaz de riscar o céu, ou ao menos repetir o caminho de um Barça da temporada 2005/2006 que também ganhou de modo convincente no Bernabeu e culminou sendo campeão da Europa. Talvez, seja cedo para dizer que podem vencer a Liga dos Campeões, mas sem dúvida esta vitória mostra de novo o caminho para ser o melhor time da Europa.

Como disse no início da temporada o Barcelona terá um conjunto e não apenas algumas “estrelas”. Resulta impossível focalizar a exibição de hoje um só jogador, todos foram grandes diante de um Madrid que relutava em entregar os pontos.

Guardiola, em sua apresentação como técnico no passado mês de junho, pronunciou um discurso de refundação do Barça. Chegava ao fim a era das vedetes e dos egos: “Mi trabajo es hacer entender a los jugadores que solos no son nada. Con los compañeros, son todo. La única forma de que esto funcione es contar con un vestuario fuerte”. Forte é bondade sua, em uma equipe  foi monumental, inesquecível, solidária no esforço.

Hoje o F.C.Barcelona como disse Pep: “Hemos hecho muchos partidos con goleadas esta temporada. En algunos partidos hemos mantenido el nivel muy alto. Aquí solo había una manera de ganar, que era ser valientes. Tirar mucho a Casillas y ser atrevidos. Me alegro por haber sido valientes. Y después de perder 1-0 hemos cogido el balón y hemos ido a ganar”

Honra e glória ao Campeão que joga e fala a língua dos Deuses do futebol. O Barcelona se expressa como um grande poeta rumo a sua epopéia compreendida como um poema épico ou de longa narrativa em prosa, em estilo oratório, que exalta as ações, os feitos memoráveis de heróis históricos ou lendários que representam uma coletividade.

Sem dúvida um dia histórico onde houve superação de toda as expectativas de um jogo e da auto estima de uma equipe, bem como servirá de recordação as próximas gerações como um presente por nunca poder deixar de ter acontecido e servir de recordação. Hoje “la affición” Blaugrana mostra-se agradecida por tudo que foi dado a gozar nesta partida. Como nos tempos de Cruyff todos dizem:  OBRIGADO.

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Vicky Cristina Barcelona

Janeiro 3, 2009

Por qué tanto perderse,
tanto buscarse, sin encontrarse?
Me encierran los muros de todas partes.
Barcelona te estás equivocando,
no puedes seguir inventando,
que el mundo sea otra
cosa y volar como mariposa.

Barcelona, hace un calor que me deja fría por dentro,
con este vicio de vivir mintiendo.
Qué bonito sería tu mar, si supiera yo nadar.
Barcelona, mi mente está llena de cara de gente extranjera:
conocida, desconocida y vuelta a ser transparente.

No existo más Barcelona,
siendo esposa de tus ruidos,
tu laberinto extrovertido.
No he encontrado la razón,
por qué me duele el corazón.
Porque es tan fuerte
que sólo podré vivirte
en la distancia y escribirte una canción.

Te quiero Barcelona (¡ella tiene el poder! x4)
Barcelona es poderosa (¡ella tiene el poder!)
Barcelona es poderosa (¡ella tiene el poder!)
Barcelona es poderosa (¡ella tiene el poder!),
Barcelona (¡ella tiene el poder¡),
Barcelona es poderosa.

Barcelona – Giulia Y Los Tellarini
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Son molt anys plens d’afanys, son molts gols que hem cridat…

Dezembro 14, 2008


Há um renovar-se de esperanças

Porque hoje é sábado.

Há uma tensão inusitada

Porque hoje é sábado.

Há a comemoração fantástica

Porque hoje é sábado.

E dando os trâmites por findos

Porque hoje é sábado.

Há a perspectiva do domingo

Porque hoje é sábado.

Por todas essas razões deverias ter sido riscado do Livro das Origens, o Sexto Dia da Criação.

De fato, depois da Ouverture do Fiat e da divisão de luzes e trevas

E depois, da separação das águas, e depois, da fecundação da terra

E depois, da gênese dos peixes e das aves e dos animais da terra

Melhor fora que o Senhor das Esferas tivesse descansado.

A tarde era está: sábado 19 de novembro de 2005 em pleno Santiago Bernabéu. A última vez que havia visto o Barcelona ganhar do Real Madrid. Um resultado espetacular todos corroboravam a façanha de Ronaldinho Gaúcho, aplaudido de pé pela torcida madridista. Um Gol feito a partir de uma arrancada do meio campo culminava na rede de Iker Casillas.

Desde então, o Barcelona afundou, seus cracks se contentaram apenas com o que já haviam ganho, logo em seguida a tão sonhada Champions. Não houve motivação, trabalho e esforço para se manter no topo. Os reis da Europa do ano de 2006 se contentaram apenas com este título e nada mais. O Real Madrid assumiu o seu lugar ganhando duas ligas seguidas. E, por último, massacrando o Barça, não só na Ciudad Condal, como também no Santiago Bernabéu com um passillo seguido de 4×1.

Perder para o Madrid, não é apenas perder uma partida, é falhar quando se chega o momento de decidir e não dar a cara para dizer o que se veio fazer. Há dias em que se ganha e outros que se perde é natural. Contudo, o sabor doce da vitória prepara um vigor na confiança. A confirmação do caminho a ser seguido.

Um Barça x Madrid em pleno sábado a noite, não é apenas uma noite de possibilidades, é o dia que la gent blaugrana espera o ano inteiro. É uma noite de paixão, alegrias, emoção, pranto, enfim uma mixórdia emocional indescritível. Há um confronto entre dois modos de vida, duas filosofias. Dar orgulho de ser Culé, não só nas derrotas, como nas vitórias sobretudo em cima do Madrid.

Foi na derrota do Barça que aprendi que la hazaña transciende a la suerte o la inspiración de una noche. Lembro bem desse domingo a tarde na casa de um namorado de uma amiga minha. Havia um ano e meio que não assistia um Barça x Madrid. Como todo jogo entre estas duas equipes, o Barça não podia ter perdido aquele jogo. Foi um claro indicativo de que as coisas não iam bem. A sorte Blau Grana havia desaprendido a ganhar, como bem entoa Nando reis em “Quem vai dizer tchau”.

Quando a sua própria sorte não sabe como ganhar as coisas vão muiiiiiiiiiito mal. Até o momento em que não se sabe deste detalhe, e logo em seguida a venda da ilusão cai. Aos olhos dos outros parece uma façanha ultrapassar aquele Barça de 19 de novembro de 2005. A sorte sem saber ganhar e qualquer inspiração para que as coisas transcorram do jeito que aconteciam parece impossível haver vitórias. E o que fazer então ?!?!?!

Lutar por lutar sem saber com que armas combater, não é tão efetivo quanto parece. É preciso mudar, passar a bola no meio das expectativas. E isso se faz com TRABALHO, ESFORÇO e DEDICAÇÃO. Quando Pep Guardiola assumiu o comando do Barça eu acompanhei toda a pré-temporada. E não imaginava que o Barça perdesse o primeiro jogo da temporada. Apenas fiquei com o pé atrás se esta fórmula seria suficiente para superar a façanha de não mais necessitar da sorte para ganhar. Picasso também disse: Se necessitas de la suerte, empiezas a trabajar.

Mais uma vez as coisas ocorrem em um processo contínuo e no tempo. O Barça foi crescendo a cada jogo durante esta temporada. E, então, chegou o dia de testar a sua filosofia de trabalho. E uma noite fantástica, com esforço e superação de dificuldades o Barça depois de 3 anos voltou a ganhar do Madrid. Resultado final 2×0.

Não foi apenas uma vitória, foi o expurgo da sorte superada por uma façanha e a comprovação do êxito na competência legada por ESFORÇO, TRABALHO e DEDICAÇÃO. A única promessa feita no início da temporada pelo técnico foi lutar com sua equipe até o final. Este sábado mostrou a luta de um Barça determinado a seguir seus ideais “Més que un Club”. Servindo de inspiração tal como nos tempos da guerra civil espanhola, realizando um foco de resistência a franco, ou permitindo que la Gent Blau Grana pudesse falar catalão em suas dependências.

Este Barça mostrou que vale a pena ter sido criado no sétimo dia da criação. Que a gama de obrigações que existe como escola, impostos e outros mais é um mero contra tempo. Tudo isso servindo a indizível beleza da superação e comprovação dos próprios planos escolhidos perante as vitórias. Este Barça inspira a superar o revés que de tempos em tempos a vida proporciona. Como Vinícius de Moraes:

Ao revés, precisamos ser lógicos, freqüentemente dogmáticos

Precisamos encarar o problema das colocações morais e estéticas

Ser sociais, cultivar hábitos, rir sem vontade e até praticar amor sem vontade

Tudo isso porque o Senhor cismou em não descansar no Sexto Dia e sim no Sétimo

E para não ficar com as vastas mãos abanando

Resolveu fazer o homem à sua imagem e semelhança

Acredito veementemente, possivelmente, isto é, muito provavelmente o Barça ganhou do Madrid porque trabalhou duro e mais belo ficou porque era sábado.

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Whatever I want Whatever I need Whatever I use Whatever I win Whatever I loose I could take you home On the midnight train again I could make an offer

Julho 16, 2008


O dia era 21 de julio de 2003, a quase cinco anos, Ronaldinho de Assis apareceu pela boca do túnel de vestuários do Camp Nou. O Gaúcho que havia vestido pela vez primeira o uniforme do Barça encontrou uma tribuna repleta, quase 25 mil espectadores que coroaram seu nome e o aplaudiu cada um dos seus exercícios malabares com a bola e os saldava com um Hangloose, símbolo que se converteria em uma de suas identidades blaugrana, junto a risos, sua monumental dentadura camuflada por seu sorriso e prodigioso futebol.

Nenhum barcelonista pode esquecer essa passagem, porque apesar da decadência dos últimos anos, naquele caloroso dia de verão chegava ao Camp Nou um mágo que resgatou o Barcelona da míseria econômica, deportiva e social. Quase solitário e a base de puro talento futebolístico, Ronaldinho colocou em marcha o círculo virtuoso.

Juan Laporta e Sandro Rossel amargaram com David Beckham e, ou fortuna para o barcelonismo, impactaram com Ronaldinho. Florentino Peréz duvidou, o Manchester United também o fez, e o Barça se comprometeu a pagar ao París Saint-Germain os 30 milhões de euros melhor invertidos da história do F.C.Barcelona.

Ronaldinho não foi só um jogador de futebol, para um clube que conserva em momentos de sua história uma luta contra o nazismo. Ronaldinho Gaúcho foi o porta estandarte da fé blaugrana nos últimos cinco anos. Fez a “Gent Blaugrana” recuperar a autoestima em sua temporada 2003-04 em que pese não haver títulos.

Nas duas temporadas seguintes logrou o que “la afición” chama de orgulho. Ademais de contar com o melhor jogador do mundo, o clube havia formado em torno dele uma equipe “de hacer illúsion”: seu futebol brilhante convidava ao espetáculo e a eficácia. Um dos pontos mais celébres de sua passagem como Azul e Grinard foi o 3×0 no Barça x Madrid disputado em 20 de novembro de 2004 no Camp Nou.

Como também, o 0-3 em 19 de novembro de 2005 em pleno Santiago Bernabéu. Este jogo no Santiago Bernabéu foi o dia em que toda a torcida do Real Madrid aplaudiu de pé Ronaldinho Gaúcho. Esse fato colocou por terra o projeto galático de Florentino Peréz. E colocou como presságio do melhor dos prêmios, o êxito na final do Estádio Saint Denis de París frente ao Arsenal. Em pleno dia 17 de março de 2006. Um de seus gols contra o Milan, no segundo tempo, e depois saiu gritando “Eu sou FODA” foi uma das melhores cenas que já vi dele. Seu gol contra a Inglaterra na Copa de 2002, também foi um de seus melhores momentos.

Esta história de sonhos realizados parecia nunca acabar. Até que tinha um Samuel Etoo no caminho e um inábil treinador em controlar os ânimos e egos de campeões da Europa. Na história do Barça o maior jogador de todos os tempos que passou chama-se Ronaldinho Gaúcho. Seu único defeito se conformou em ser apenas um crack, não quis entrar para os Deuses do Olimpo do Futebol.

Ronaldinho saí pela porta grande do Barcelona. Renunciou a quase 4 milhões de euro para ir ao Milan. Renúncia esta que fez com que 21 milhões fossem pagos ao Barcelona e mais 4 em aportes e êxitos que tiver no Milan. Não guardo nenhum rancor deste jogador, apenas fico com as felicidades que ele me propiciou nas tardes de sábado e domingo, sem dúvida hoje posso dizer sou amante do bom futebol.

Lembro da noite que o vi jogar, em plena “Ciudad Condal” (Barcelona) un Derbi llamado Espanyol x Barcelona, vi a sua magia de perto acontecendo na minha frente. Os ingressos me custaram 700 euros, mas eu vi o Barça jogar sendo Dono da Europa. Cada vez que entravam em campo: totem el sap el crit valent al vent: Barça.

Ronnie fez com que o Barça se tornasse minha bandeira diante das adversidades, encontradas em meu caminho, sem dúvida “Més que un Club” inesquecível. Por isso, quando meus filhos me perguntarem quem foi o maior jogador que já vi jogar no Barcelona direi: Ronaldinho Gaúcho.

Cinco años después, el Barça ya no tiene a Ronnie en sus filas. Parece mentira, pero así es…

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The slings and arrows of outrageous fortune, Or to take arms against a sea of troubles…

Maio 7, 2008

 

És un Pasillo… (Sin)Vergüenza.

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Son muchos años llenos de sacrificio…

Abril 29, 2008

Pase lo que pase.
Hoy, más que nunca.
Pero en el fondo siempre.
Más cada día Blaugrana…