Arquivo da categoria ‘Música’

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Se a sorte lhe sorriu porque não sorrir de volta? Você nunca olha a sua volta…

Dezembro 6, 2009

If you let your feelings go, dear
It’s scary what you’ll find
I find, I’m on your street, dear
And you’re always on my mind

And no one need to know
That you let me in tonight
That you let me see the world
That you let me see the world
Behind your eyes

I want to see us work, dear
To reach the other side
Our treachery is love, dear
We’re on both ends of the fight

We’re fighting for ourselves
Fighting for our lives
Would you let me see
The world behind your eyes

And no one needs to know
How scared we are tonight
Would you let me see the world
Behind your eyes

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Bookends

Outubro 6, 2009

Time it was and what a time it was it was,
A time of innocence a time of confidences.

Long ago it must be, I have a photograph
Preserve your memories, theyre all thats left you

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Just Breathe

Setembro 28, 2009

Que tal essa idéia ? Vamos escrever as canções antes de nós as gravarmos. Foi isso que o Pearl Jam fez no novo álbum recém lançado em 20 de setembro de 2009. Quanto a seus significados o próprio Eddie confessa que as canções não possuem apenas um  significado, não necessariamente significam isso ou aquilo, elas simplesmente não precisam ter um sentido hérmetico, fechado
em si mesmo.

Não havia nenhuma antecipação do que seria feito até início das faixas. Apenas cada pedaço foi sendo colocado e acontecendo essa estranha quimica que se manifesta no álbum.

Mike McCready explica o título do disco. “Backspacer’ é uma referência à tecla das antigas máquinas de escrever. Tem a ver com voltar, olhar para trás e ver a sua vida em retrospectiva.” Afinal de contas, as máquinas de escrever de antigamente possuíam nos anos 40 ou 30 a palavra backspacer em vez de Backspace.

Atualmente nem mais isso tem, apenas uma seta indicando pra esquerda. Simplesmente delete e não olhe para seu erro, esqueça dele. Mas, na máquina de escrever com backspacer, a pessoa tinha que perceber o seu erro.

Neste álbum há uma disposição retrospectiva do que foi gravado, onde o Eddie está olhando tanto para seu passado, como para seu presente.

1. Gonna See My Friends
(Vedder)

Do you want to hear something sad?
we are but victims of desire
I’m gonna shake this day
I wanna shake this day before I retire

Fugindo a regra o Pearl Jam fez um álbum alegre. Afinal de contas, o Bush, já não está mais no poder. Gonna See my Friends poderia ser uma dessas músicas inspiradas no ex-presidente… Afinal de contas, Bush os inspirou em excelentes músicas e pelo menos 2 discos. A música que abre o álbum é contagiante, seu solo inicial no melhor estilo Beach Boys lembra a aura surfista bem tropical de Wipe Out.

Sem falar, que é um claro indício da passagem de uma fase angustiante do Pearl Jam. Como diz a última estrofe vamos agitar este dia antes que eu me aposente. Como disse o Eddie: “As vezes quando você fica velho procura-se o focu para manter sua vitalidade”. Há uma clara prova que é possível manter a energia de anos atrás.

2.  Got Some
(Vedder, Ament)

Every night with the lights out, where you gone?
What’s wrong
Overtime you can try but can’t turn on your rock song

Got some if you need it

A música com um groove new wave dos anos 80. Eddie a chama “Drug Song”. Mas foi feita pensando sobre ir ver um amigo que está com o vício das drogas, mas se descobre que o traficante está vendendo uma ótima música de rock. Sua entrada é com um solo ao melhor estilo do Mike, contudo o que dá o tom da música é a bateria do Matt, soando mais forte.

3 The Fixer
(Vedder, McCready, Gossard, Cameron)

When something’s dark, lemme shed a little light on it
When something’s cold, lemme put a little fire on it
If something’s old, I wanna put a little shine on it
When something’s gone, I wanna fight to get it back again

When something’s broke, I wanna put a bit of fixing on it
If something’s bored, I wanna put a bit exciting on it
When something’s low, I wanna a little high on it
When something’s lost, I wanna fight to get it back again

A canção da esperança do Pearl jam. Inspirada em pessoas que sempre querem melhorar algo. Serviu de inspiração para todo o álbum. Segundo Stone a canção mostra como a banda trabalha e como conseguir lidar com as contribuições de todo mundo. Se coloca toda a fé em Eddie o diretor artistico da banda que termina por organizar todas as colaborações.

EU confesso que demorei a me acostusmar com essa música. Apesar, de ser o primeiro single achei estranho, diferente de tudo que o Pearl Jam vinha fazendo. Como também, não gostei do Yeah Yeah em seu refrão. Entretanto, Pearl Jam é Pearl Jam e hoje é um hit que eu adoro, com suas guitarras e o próprio ímpeto que a banda dedica a essa canção.

Comentários sobre a música:

The fixer é um grande exemplo. Você ouve sobre a personalidade do Eddie na letra e assim consegue ter uma visão, que muita gente não tem dele, tanto quanto otimista e divertida letra e melodia.

“We used to think with music that we could save the  world, but now we’re old enough and wise enough to know that all we can change is our community.”

“It can feel like a curse, because it makes you push yourself to make things better and not allow them to be easy. That’s how you get the good stuff.”

4 Johnny Guitar
(Vedder, Gossard, Cameron)

I hide my disappointment
Cause for years i had been hoping
That when she came,
She’d be coming just for me

Outra canção que mostra bem o desejo de Esperança que foi tomado o Pearl Jam. Sem dúvida há uma ironia, pois apenas dizer que as coisas virão com o seu tempo, ou “tudo ao seu tempo” é simplesmente nomear o tempo como diria Martin Heidegger.

Acredito que a ironia está no final, pois esconder os desapontamentos acreditando na esperança e quando esta chega ser unicamente por causa de quem acreditava é díficil de crer. Gosto muiiiiito do seu refrão e da parte final me deu a idéia de colocar as coisas em perspectivas.

Vedder was inspired to write the lyrics for “Johnny Guitar” after viewing a collage of album covers that is pasted on the bathroom wall of the band’s rehearsal space. He noticed the album cover for Johnny “Guitar” Watson’s 1979 album, What the Hell Is This?, and imagined a man who becomes attracted to one of the various women on the cover and then wonders why this woman would rather be one of Watson’s many girlfriends instead of his only one.

5 Just Breathe
(Vedder)

Yes I understand that every life must end, aw huh
As we sit alone, I know someday we must go, aw huh
I’m a lucky man to count on both hands
The ones I love..

Some folks just have one,
Others they got none, aw huh..

Did I say that I need you?
Oh, did I say that I want you?
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see..
No one know this more than me
As I come clean

Pronto, neste momento começa as três faixas que dão personalidade ao BackSpacer. Mesmo reconhecendo The Fixer como inspiradora, essas três canções colocadas nesta ordem fazem do BackSpacer um albúm com presença suficiente para dizer “vim, vi e estou vencendo”. Just Breathe é a canção mais doce do álbum, feita com a base de Toulome presente na trilha sonora de Into the Wild (Na natureza Selvagem).

É impossível ouvir apenas uma vez é apaixonante, se não for amor a primeira vista, vai ser a segunda e quiçá a terceira, pois na terceira vez já há serotonina pra dar e vender. O Pearl Jam inova no momento em que a coloca como um dedilhado sensacional, nunca feito antes. Há uma influência folk muiiiiito bem vinda ao Pearl Jam. E os violinos dão um colorido idiossincrático a faixa tornando-a sinestésica.

Eddie Vedder a descreve como a canção mais próxima do maior amor que já se teve. Dizendo que seu sentido paira sobre os acontecimentos mais felizes que as pessoas vivem, quando elas deveriam sentir o momento e respirar por um minuto. Sem sombra de dúvida uma faixa que emociona e entra de vez no setlist da banda por ser adorada, sem falar que seu estilo lembra Thumbing My Way (back to heaven). Em Just Breathe estão abertas as portas do céu.

6 Amongst The Waves
(Vedder, Gossard)

If not for love i would be drowning
I’ve see it work both way, but i am up

Riding high amongst the waves
I can feel like i
Have a soul that has been saved
I can feel like i
Put away my early grave

Gotta say it now
Better loud
That too late

Remember back the early days
When you were young & thus amazed

Essa música me lembra de alguma forma Marker in the Sand do último album. Se em Marker in the Sand há a revolta com as coisas acontecendo de uma forma inusitada e sentindo o averso das coisas caindo, Amongst The Waves revela o alívio por ter se sustentado no amor e como valeu a pena seguir o próprio caminho. Sempre lembrando os dias do ínicio quando se era jovem e
mais deslumbrado com as coisas.. Também me lembra Marker in the Sand, porque nesta o ritmo é de um tipo durante os versos e outro completamente diferente durante o refrão, fato presente em Amongst The Waves.

Para o Pearl Jam a canção é sobre ondas, surf e o amor. Não há nada que seja sempre bom. Como também, para se escrever algo se tem que nadar para fora de certas águas. O que denota ser uma canção voltada a colocar as coisas em perspectiva.

‘Everything flows amongst the waves’. It’s surfing, a time when there is something liberating and a person knows they are alive. You have to remember that human beings are made up of about 80% water… Every time I go to the shore I feel like a newborn.

7 Unthought Known
(Vedder)

Feel the path of every day…which road you taking?
Breathing hard… & making hay… yeh this is living…

Feel the air up above… a pool of blue sky…
Fill the air up with love… black with starlight…..

Feel the sky blanket you… w/gems & Rhinestones…
See the path cut by the moon.. for you to Walk on…
For you to walk on…

See the path cut by the moon.. for you to walk on…
See the waves on distant shores… anything your arrival…

Dream the dreams of other men… you’ll be no ones rival…
Dream the dreams of others then… you will be no ones rival…
You will be no ones rival…

A distant time… a distant space… that’s where we’re living…
A distant time… a distant place… so what you giving?…
What you giving?

Uma canção com montanhas e vales. Inspirada numa conversa sobre o cérebro, os seres humanos e a forma como nós e os nossos filhos nos relacionamos com diferentes ambientes. Sabe aquelas pessoas que fazem planos, imaginam uma vida completamente diferente para si próprios, mas esquecem como isso pode ser construído? Sem dúvida uma balada encorajadora em pegar ar e sentir o que está a sua volta, a contemplação do simples e sempre efetivo.

Com a parte que fala de sonhos onde afirma:

Sonhe os sonhos de um outro homem ou sonhe os sonhos dos outros e não se irá ser o rival de ninguém…

Lembrei de um diálogo do Ramiro Cadore no último capítulo da novela Caminho das Índias. Quando ele apoiava o casamento do Tarso com a Tônia. E ele dizia: é melhor eles seguirem o próprio caminho, descobrirem que erraram do que colocar a culpa em nós que quisemos escolher por eles. Fica a lição por sempre querer decidir e assumir a responsabilidade por isso… é melhor viver pelos próprios sonhos e descobrir que se pode estar errado, do que viver das opções e erro dos outros, definitivamente não se está vivendo.

Como diz a música sinta o caminho de todos os dias, que rota você está tomando? Respire fundo, faça hay… é vc está vivendo… E se vc contempla o simples poderá sentir uma piscina que o seu azul fornece como também a distância no tempo, como no espaço e onde se está vivendo.

8 Supersonic
(Vedder, Gossard)

Yeah i been dreaming of getting along
Now i’m awake, dreaming keep it on keeping on
I catch a break, then a punch to the head
I smile big wih a toothless grin

Supersonic gone & took my soul
I caught the rhythm but the clock was slow yeh
Supersonic, truth be told
I don’t need you to live, but i’ll never let you go

Supersonic é a prova da influência dos Ramones sobre o Pearl Jam. Sendo puro punk Rock trata dos adoradores da música, o seu poder e aquilo que ela pode fazer por ti. Soa agridoce para mim, ainda preciso me acostumar com seus detalhes e entonações…

9 Speed of Sound
(Vedder)

Yesterdays, how quick they change
All lost and long gone now

It’s hard to remember any thing
Moving at the speed of sound
Moving with the speed of sound

And yet I’m still holding tight
To this dream of distant light
And that somehow I’ll survive

De acordo com Eddie Vedder é a música tirada da perspectiva de um homem que ainda está sentado num bar após todos irem embora e aduz que é uma música triste. É uma balada triste constituindo uma exceção ao albúm. Acredito tratar de uma canção sobre pessoas que não gostam de mudanças, pois abre afirmando que nos dias passados o quão rápido eles mudam, tudo havia sido perdido se movendo a velocidade do som.

Apesar de ser triste é uma canção calma no ritmo de uma balada, como se fosse a volta a uma fase mais calma depois da intensidade da onda de Supersonic. É pautada com riffs de guitarras e um dedilhado de fundo em algumas partes que dão carisma e personalidade a música.

10 Force of Nature
(Vedder, McCready)

One man stands the edge of the ocean
A beacon on dry land
Eyes upon the horizon

In the dark before the dawn

Seu título original era Distant Planet. As tônicas dessa música são suas guitarras que iniciam, assumem uma progressão e voltam a soar como no ínicio. Não é uma das minhas favoritas no álbum, mas há partes consideráveis quando assumem uma sonoridade mais fluída com um tempod e bateria bem familiar nessas bandas de garagem… Mas, o solo do Mike é considerável e impossível de pelo menos não gostar dessa parte.

11 The End
(Vedder)

What were all those dreams we shared
Those many years ago?
What where all those plans we made
Now left beside the road?
Behind us in the road

More than friends I always pledged
Cause friends they come and go
People change and does everything
I wanted to grow old
This one too grow old

My dear
The end
Comes near
I’m here
But not much longer

Com um dedilhado que até Just breath não era comum na música do Pearl Jam The End é um resquício de Into the Wild e Big FIsh juntos. A temática pode ser resumida nessa frase: “A unica constante é a mudança”. “The End” foi descrita como uma canção de um amor sofrido. Para mim é a canção que desfaz o sonho e o confronta com a realidade. Ao falar dos planos feitos para a vida e que foram deixados de lado da estrada e ficaram para trás.

Sua segunda estrófe é profunda e forte quando declara o desejo de ser mais do que amigos. Pois, amigos sempre vão e vem. Como também trata das mudanças que as pessoas realizam em suas vidas depois de algum tempo.

Está presente a temática do amadurecimento iniciada em Man of the Hour quando confronta as histórias fantasiosas do pai e o ceticismo do filho que sempre está contestando algo, como também o desenvolvimento da liberdade de pensar e fazer o próprio caminho em Into the Wild. Tudo isso serviu para inspirar The End, que apesar do título não tem a pretenção de encerrar, mas sim incorporar de vez a filosofia de vida “A unica constante é a mudança”.

E encerra com um anúncio de uma mudança que se chama despedida. Deixando um gosto de quero mais, já que o álbum possui apenas 11 faixas e aproximadamente 33 minutos, muito pouco para quem espera a cada 2 anos por um álbum do pearl jam.

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The lights go off, THE LIGHTS GO ON

Setembro 20, 2009

Hora de tirar a poeira do blog. Ando sumido o velho sonho de ser um procurador, mas a verdade é que eu já sou um, um procurador da vida em busca de sinestesias, idiossincrasias e melodias…

Todo ano desde 2004 há um final de semana que supera todas as expectativas e se torna um dos melhores do ano… O que ocorreu ?!?! Apenas fui a um dos melhores shows da minha vida… Parece que eu estou exagerando ?!?! De maneira nenhuma, o show de Beirut foi uma catarse impregnada de sinestesias inusitadas e inesperadas… Eu confesso que eu fui sozinho, sem conhecer ninguém. Confesso, no entanto, que conheci mais gente em uma noite do que todas as outras… Todos com um único desejo ver BEIRUT…

Até chegar Beirut, muiiiiiiiiitos passos foram dados… ouvimos o JAM da Silva pernambucano da minha terra.

Depois, veio o segundo melhor momento do Coquetel Molot2009 primeira noite, a Tiê entrou no palco, com uma musicalidade de gente grande e conhecida mundialmente, não é a toa que o Toquinho a chamou pra sair em turnê… Seus versos impressionam:

Já faz um tempo que eu queria te escrever um som. Passado o passado, acho que eu mesma esqueci o tom.

E te peço, me perdoa, me desculpa que eu nao fui sua namorada, pois fiquei atordoada, faltou o ar, faltou o ar.


E pelo visto, vou te inserir na minha paisagem e você vai me ensinar as suas verdades e se pensar, a gente já queria tudo isso desde o inicio
Alô, eu sei, se chega até aqui, tão no limite não dá mais pra desistir. Amor, porque eu te chamo assim, se com certeza você nem lembra de mim.


E eu confesso, só me resta a vida interia. Só me resta a vida em mi maior e lá.

Poxa, “só me resta a vida em meu eu maior(mi) e lá” fora na eterna (des)aventura entre o certo e o incerto que a vida nos reserva. Soa como John lennon: “vida é o que acontece enquanto fazemos planos”. Não adianta planejar tanto, sem dúvida é preciso saber o que se quer, mas quando esse querer vai acontecer !?!?! Dou um doce pra quem souber…

O melhor show que eu ja fui, sem nada programado, sozinho, livre, leve e solto. Chegando lá as melhores companhias que pude encontrar não imaginaria nunca.

Consegui chegar perto do Zach, arrumei uma camisa com os autógrafos da banda, ainda registrei o momento…Putz, dizer que valeu a pena não chega nem à terça parte do mínimo que se pode imaginar. Eles tocaram Scenic World, só faltou Mimizan, East Harlem que diga-se de passagem eu gritei o show inteiro da terceira fileira e toda vez que ele ouvia o Zach fazia um ar de riso…

Como também teve o momento apoteótico do show com Elephant Gun com todos batendo palma e cantando, o tecladista até se emocionou chorando… Confesso que Capitú plantou a dúvida em quem leu e viu Dom Casmurro, mas nem Machado de Assis poderia imaginar que a música de uma de suas personagens mais populares proveria em sua releitura “moderna” fosse capaz de suscitar tamanha catarse…

Sem falar que o sábado foi regado a um primoroso jantar na melhor companhia dos meus entes queridos e logo após uma visita à Hepburn, com direito a rever pessoas que conheci, em suma, na mais fina companhia como diria Chico Buarque…

De tempos em tempos a vida sorri pra você é numa dessas oportunidades que se tem de sorrir de volta, não se pode desperdiçar a chance de um belo diálogo… Como disse no título as luzes se apagaram, mas elas estão acesas denovo que iluminem aventuras e coisas boas dessa vez…

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Menina Bordada

Abril 11, 2009

Could you really be so tired and you thought it was
Wave it down inside
Could you really be so tired and you thought you were
Wave it down inside
Could you really be so tired when you thought about it
Tie it all alone

Oh let me tell me violently turn around
When you don’t die
Although it’s if a lie when you told them
All in all you’ll die

la la la la la la la
la la la
la la

I wanna say you’re right and now I’ll fall
You’re waiting all the time
Could rather sigh you’re welcome
All your time your time and say for

I wanna say your you’re right and now you’ll fall
You’re right and now they are all
Then when it’s solved
They’re right and I will die
You held them all for your lie

la la la la la la la
la la la
la la

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How you Heart is Wired

Março 15, 2009

My tongue is scailing the North face of your neck
And we’re glaring like warriors but,
I’ve a feelin’ you won’t look at me that way in the morning
Cos lately you seem less sure of this thing
You’re like Bambi on Ice
And there’s something in the flash of your arms
A certain longing

Kick the can I can’t see you now behind that temper and ire
Mister wolf knows what time it is
He says it’s dinner time
I don’t know what you’re carrying or how you’re heart is wired
but there’s a dangerous ticking.

I cut the red one, No, the Blue one
I cut the red one,
I cut the blue one
Raking over the embers and what I come accross?

Is that you, combing your hair?
Is that me, eating an egg?

And are we there
Like John Boy said?

My tongue is scaling the North face of your neck
And we’re glaring like warriors but,
I’ve a feelin’ you won’t look at me that way
I’ve a feelin’ you won’t look at me that way
I’ve a feelin’ you won’t look at me that way
in the morning.

Is this how it goes,
In these, the final throws?

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Algo fue Mío

Janeiro 16, 2009

No soy nada
Si algo tuve, ya me lo han quitado
No tengo nada si algo fue mio
Ya me lo han robado

Quizá no me queda nada
Una nada que se esconde en el hueco
De mi corazón

Quien me ha dado esto
Que no pedí
Nunca fui
Lo que quieren de mí

Quien me ha quitado esto
Todo lo que fui
Nunca fui lo que quieren de mí
Nunca fui lo que quieren de mí

No mienten aun
Sé quien soy
Me han hecho aun lado
No, nada soy
Por que del mundo me han desterrado

Quizas no me queda nada
Un espia que se esconde en el hueco
De mi corazón

Quien me ha dado esto ?!?!?!

Julieta Venegas – Algo fue mío

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Barking at the Moon

Janeiro 11, 2009

I have got so much to give, I swear I do.
I may not have nine lives, this one feels brand new.
Yes I’ve lived a good one.
I have tried to be true.
There are some things I never realized, till I met you.
How the wind feels on my cheeks, when I’m barking at the moon.

There is no home like the one you’ve got, cuz that home belongs to you.
Woo Woo! Here I come.
Woo Woo! Back to you.
There is no home like the one you’ve got, cuz that home belongs to you.

Well I was in trouble, bad.
I was so confused.
I may not see in color babe, but I sure can feel blue.
I have been a lot of things, they may not all be true.
My experience was so mysterious, till I met you.

Now the sun may rise in the east, but I’m barking at the moon.

There is no home like the one you’ve got, cuz that home belongs to you.
Woo Woo! Here I come.
Woo Woo! Back to you.

There is no home like the one you’ve got, cuz that home belongs to you.

There is no home like the one you’ve got, cuz that home belongs to you.

There is no home like the one you’ve got, cuz that home belongs to you…

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How Your Heart Is Wired

Janeiro 4, 2009

Da arte de ter um Blog

Em da ousadia de ter um blog falo do fazer este blog surgido de uma simples idéia: guardar certos diálogos e passagens, capazes de despertar a parte não revelada das manifestações ocasionais do ser. Esta assertiva, apenas trata de uma parte do revelado, mas não do sentir que isso desperta.

Poder guardar as sensações estéticas do tipo quando se vê um filme, ou ouve uma boa música é poder recordar o que valeu a pena. Quando digo sensações estéticas, trato das coisas que faz sentir alguém mais vivo e querer abraçar o mundo. Tal qual como ao ver um filme inspirador, como The Curious Case of Benjamin Button, ou poder escutar a trilha sonora da vida tocando.

Afinal de contas a vida em si mesma não tem trilha sonora, mas podemos colocar para tocar músicas nos momentos vividos. Igual quando vi um comercial do Bradesco ou da Ford tratando do “inovar” e do “novo” respectivamente. Ter a possibilidade de expressar o sentir despertado e guardar em um lugar para recordar, além da memória, é um privilégio.

Romântico por demais, não? Pois, vale a pena ter sempre um jeitinho para estar conectado com as coisas boas, e que fazem valer a pena. Não se prender apenas as expectativas, passar a bola no meio de suas pernas. Colocar em prática esta idéiasignifica desejar menos, que coisas boas sejam provenientes de reações ou ações dos outros e aconteçam tal qual se espera.

Digo isso, pois percebo a passividade em esperar e se realmente se quer algo simplesmente “faça”, seja de que jeito for. Se for desengonçado aprecie a espontaneidade. Se for certeiro vibre pelo acerto. Se for da forma errada aprenda.

Como é bom fazer um lugar onde se possa desfrutar de leituras confirmatórias do que se faz acreditar. Melhor dizendo como Maria do Carmo Tavares de Miranda em uma reportagem do Jornal do Comércio de 4 de janeiro de 2008, ao ser questionada sobre as leituras de Heidegger e as influências na sua religião:

“Na verdade, minha fé só foi confirmada com as leituras que fiz na vida.”

Ela, não é apenas uma senhora qualquer, é uma Heideggeriana que conheceu Martin Heidegger. Teve o privilégio de presenciar seus seminários. Ler Heidegger e se identificar com o que ele escreve tem esse efeito nas pessoas.

A sensação de confirmação não se resume apenas pelo senso de adequação dos significados providos por sua obra, vai além. Melhor dizendo transcende (ultrapassa) as expectativas, pois no confirmar há uma fortificação do que se acredita e pode fazer acontecer, em suma, trata da fé.

Sem dúvida, com Heidegger aprendi a colocar manifesto os caracteres sub-reptícios do discurso de alguns.

Sem dúvida este é meu melhor motivo para citar tantas vezes Heidegger neste blog. Não só (con)firmar passos ao longo do caminho trilhado e das descobertas do dia a dia, mas também poder compartilhar e saber expressar isso. É a partir do expressar que se pode passear entre vários mundos, cada pessoa é um mundo, cada experiência pode ser capaz de mudá-lo.

A despretensão e o bom humor em lidar com tudo isso pode levar a uma descontração quebrando a seriedade de certos aspectos do viver. Nada melhor do que ter bom humor, como conteúdo para encarar tudo e todos a sua volta apresentado-se contrários e resistentes.

Afinal de contas, ter conteúdo importa, sobretudo, não para impressionar, mas para ampliar novos horizontes. Conversar com pessoas que possuem pontos de vista diferentes pode acrescentar algo, desde que não haja intransigência é sempre bem vindo.

Talvez, este espaço, em que me sirvo de reflexões, não reflita uma organização emocional ou financeira, enquanto sou um relez concurseiro. Entretanto, há pelo menos um luzir da imprevisibilidade das minhas circunstâncias. Sobretudo, pautada na espontaneidade das minhas concepções, abertas para novas experiências e formas de pensar. Servindo sempre para expandir o horizonte da arte que chamo de vida retratada neste blog.

Postado ao som de Bell X1 – How Your Heart is Wired


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Vicky Cristina Barcelona

Janeiro 3, 2009

Por qué tanto perderse,
tanto buscarse, sin encontrarse?
Me encierran los muros de todas partes.
Barcelona te estás equivocando,
no puedes seguir inventando,
que el mundo sea otra
cosa y volar como mariposa.

Barcelona, hace un calor que me deja fría por dentro,
con este vicio de vivir mintiendo.
Qué bonito sería tu mar, si supiera yo nadar.
Barcelona, mi mente está llena de cara de gente extranjera:
conocida, desconocida y vuelta a ser transparente.

No existo más Barcelona,
siendo esposa de tus ruidos,
tu laberinto extrovertido.
No he encontrado la razón,
por qué me duele el corazón.
Porque es tan fuerte
que sólo podré vivirte
en la distancia y escribirte una canción.

Te quiero Barcelona (¡ella tiene el poder! x4)
Barcelona es poderosa (¡ella tiene el poder!)
Barcelona es poderosa (¡ella tiene el poder!)
Barcelona es poderosa (¡ella tiene el poder!),
Barcelona (¡ella tiene el poder¡),
Barcelona es poderosa.

Barcelona – Giulia Y Los Tellarini