Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

Old Habits Die Hard
Março 21, 2009Now you know that the time has come
And they said it would never come for you oh oh oh oh
Oh my friend you haven’t changed
You’re looking rough and living strange
And I know you got a taste for it too oh oh oh
They’ll never forgive you but they wont let you go, oh no
She’ll never forgive you but she won’t let you go, oh no
Don’t look back into the sun
You’ve cast your pearls but now you’re on the run
And all the lies you said, who did you save?
But when they played that song at the Death Disco
It started fast but it ends so slow
And all the time it just reminded me of you
They’ll never forgive you but they wont let you go (LET ME GO!)
She’ll never forgive you but she wont let you go, oh no.

This one’s for the lonely The one’s that seek and find Only to be let down Time after time
Novembro 3, 2008
Poucas pessoas saberão, a meio da vida, como chegaram a ser o que são, aos seus prazeres, à sua visão do mundo, à sua mulher, ao seu carácter, à sua profissão e aos seus êxitos; mas sentem que a partir daí as coisas já não irão mudar muito. Poderia mesmo afirmar-se que foram enganadas, porque não se consegue descobrir em lugar nenhum a razão suficiente para que tudo tenha acontecido como aconteceu, quando teria sido perfeitamente possível ter acontecido de outra forma.
O que acontece, aliás, raramente depende da iniciativa dos homens, mas quase sempre das mais variadas circunstâncias, dos caprichos de alguns, da vida e da morte de outras pessoas, e, de certo modo, limita-se a vir ter connosco naquele preciso momento.
Robert Musil, in ‘O Homem sem Qualidades’
Na vida, como no esporte, ou até mesmo nos concursos a pessoa lida com uma série de variantes inimagináveis, das quais não se pode controlar. Não existe um espaço paramétrico, onde a única decisão importante seja a sua própria decidibilidade. Entretanto, se serve de consolo para alguns, há quem possa identificar por fazer seu próprio caminho (Eigenlichkeit), a razão suficiente de tudo que está a acontecer e que poderia ter sido diferente.
Essa tal de razão suficiente parece ser um ponto crucial nos acontecimentos de uma determinada vida colocando as coisas em perspectiva. Mesmo que raramente, e na maioria das vezes, os acontecimentos não dependam da iniciativa dos homens há a possibilidade de se fazer o melhor, lutar até o último momento. Ainda assim, não ser o suficiente, seja lá por que motivos for…
Para ser o melhor cada detalhe é importante, cada segundo de dedicação faz a diferença no final., enfim não se pode errar. Sempre disse a mim mesmo, a principal diferença entre o extraordinário e o bom está em que o extraordinário não erra quando não se pode errar. O Bom faz a mesma coisa que o extraordinário realiza, mas erra quando não poderia errar.
Pode parecer falacioso tal argumento, por não retratar certas e determinadas realidades, mesmo assim não se pode cobrar tanta confiança das coisas hoje em dia, que o diga a própria vida em seus acontecimentos dependentes das mais variadas circunstâncias. A crise de confiança se instaura justamente por esta dependência. Ideal seria não ter esta dependência, mas…
Depender de caprichos e erros dos outros são circunstâncias que revelam a responsabilidade dos próprios atos com reflexos nas vidas dos outros. A repercussão dos próprios atos deveria ser uma pedra angular no momento de decidir, mas quase nunca é levado em conta. Isso gera atrapalhos os quais mesmo diante de feitos extraordinários, ainda assim a façanha não seja suficiente para se conseguir vitória sonhada. Como existencialista aprendi a ser responsável pelos meus próprios atos, sobretudo ao enfrentar as conseqüências que advém dos mesmos.
Mas não estava escrito que reflexos das decisões dos outros, que não possuem consciência suficiente para enxergar até onde vai os efeitos de suas decisões mudaria toda a história. Um exemplo dos erros alheios com reflexos na própria vida aconteceu hoje. Felipe Massa foi extraordinário do começo ao fim do final de semana. Fez o possível e o impossível, São Pedro até que deu uma ajudinha, mas ainda assim não foi suficiente.
Digo que foi extraordinário porque Felipe não errou quando não podia errar. Lewis Hamilton por mais um ano errou ao espalhar na curva e Sebastian Vettel conseguiu ultrapassá-lo, só que dessa vez conseguiu, tendo a sorte ao seu lado, ultrapassar um tal de Timo Glock que resolveu arriscar ficar com pneus para pista seca. A Toyota foi a única equipe a não mudar de pneus.
Felipe perdeu o campeonato por um único ponto. Se tivesse empatado com Lewis Hamilton sagrava-se campeão por ter mais vitórias. O único problema foi um mecânico e a Ferrari com experimentações tecnológicas o fizeram perder o campeonato. Numa corrida o piloto corre contra 21 carros, 10 equipes.
Mas quando se corre contra sua própria equipe, ou a sua própria casa é impossível ser campeão mundial, ou vencer em algo. Felipe não perdeu o campeonato, a Ferrari foi que tirou seu título. Esse foi o grande detalhe que o fez não ser campeão na temporada 2008 de F1. A Ferrari levou o título dos construtores, quando quem mais errou foi ela própria, a Mclaren como equipe não cometeu erros bobos, mas conseguiu seu próprio campeão de pilotos.
Esse erro da escuderia foi a razão suficiente pela qual Felipe não foi campeão. Quando seu próprio time te afunda, não há necessidade de competidores as derrotas acontecem de qualquer jeito. Nem vencendo a corrida, cruzando a linha de chegada como campeão mundial é suficiente, 500m depois e alguns segundos tiram qualquer chance de ser campeão.
Na vida somos obrigados a levantar do banco e fazer escolhas, escolher por qual time torcer, quem fará parte dele. Enfim, sair do nosso isolamento, do espaço onde só as nossas próprias decisões podem mudar os rumos da nossa história e assistir alguém chegar e mudar completamente o jogo, seja por caprichos, erros, ou decisões que só levam em conta a própria realidade.
E, mesmo, realizando o impossível assistimos a nossa própria incapacidade em superar obstáculos, dos quais nunca teriam sido postos se dependessem única e exclusivamente na nossa própria vontade tudo porque houve uma dependência calcada nas mais variadas circunstâncias da vida. É apenas um consolo identificar o ponto crucial em que a história poderia ter sido mudada.
A razão suficiente não muda os fatos. Acaba por testar a capacidade de sermos humanos, pois no final do dia o fato de termos coragem de ainda ficar de pé, mesmo com as piores frustrações vividas, pode ser uma nova razão suficiente para seguir em frente e continuar de pé…

Before you were Young
Outubro 5, 2008we used to turn the radio on
what happened?
we’d see our lies in the eyes of fate
and take our cradles to the grave
but even then we’re never saved
from danger and if you ever leave me come
i will be there waiting
waiting for you know i will
i love you for ever
i’ll never say never but i’ve only got two hands
and i’ll never learn to dance
i’ll never get a second chance
whatever
i’ll take the breath away from your sighs
and wipe the tears away from your eyes
and hope the fire never dies
inside you and if you ever leave me come
i will be there waiting
waiting for you know i will
i love you
i love you
i love you… in the days before you were young
we used to sit in the morning sun
we used to turn the radio on
what happened?

And the shame, was on the other side Oh we can beat them, for ever and ever Then we could be Heroes, just for one day.
Agosto 25, 2008
Lucky Man
Agosto 7, 2008Quase 10 anos de sua parada quando ressurgem, ainda continuam fazendo boa música. O The Verve é uma daquelas bandas Britânicas idiossincráticas por natureza. São Capazes de continuar melancólicos e ao mesmo tempo aliar uma musicalidade contagiante ao se firmar diante da revolução da música trazida pelo Ipod, e o Itunes. Sua música é diferente da maioria das bandas que estáo nas paradas, não soa repetitiva ou sem criatividade. Apesar de que Richard Ashcroft em carreira solo não chega aos pés de suas composições quando está com o The Verve. Este é o mais novo single.
Will those feet in modern times
Walk on soles that are made in China?
Feel the bright prosaic malls
And the corridors that go on and on and on
I was blind – couldn’t see
We are one incomplete
I was blind – in the city
Waiting for light wind to be saved
Cause love is noise and love is pain
Love is these blues that I’m singing again
Love is noise and love is pain
Love is these blues that I’m singing again, again
Will those feet in modern times
Understand this world’s affliction
Recognise the righteous anger
Understand this world’s addiction?
I was blind – couldn’t see
What was here in me
I was blind – insecure
I felt like the road was way too long, yeah
Cause love is noise and love is pain
Love is these blues that I’m singing again
Love is noise and love is pain
Love is these blues that I’m singing again
Love is noise, love is pain
Love is these blues that I’m feeling again
Love is noise, love is pain
Love is these blues that I’m singing again, again, again, again, again, again
Cause love is noise, love is pain
Love is these blues that you’re feeling again
Love is noise, love is pain
Love is these blues that I’m singing again, again, again
Will those feet in modern times
Walk on soles made in China?
Will those feet in modern times
See the bright prosaic malls?
Will those feet in modern times
Recognise the heavy burden
Will those feet in modern times
Pardon me for my sins
Love is noise
Come on







































