Posts Tagged ‘Motivação’

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Boig Per Tu!

abril 28, 2009

Y, ya de cara a la vuelta, apuntó: “Mientras yo sea entrenador de este equipo saldremos a atacar en cada partido. No sé si al final levantaremos alguna Copa o no, pero lo que os puedo asegurar es que nos iremos de vacaciones sin podernos reprochar nada a nosotros mismos y sin que la gente pueda reprocharnos nada tampoco”.

Josep Guardiola

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And the shame, was on the other side Oh we can beat them, for ever and ever Then we could be Heroes, just for one day.

agosto 25, 2008


“Estoy igual que siempre… Aunque esta medalla me ha dado mucha fuerza para intentar seguir creciendo, eso sí”.

“A veces, de lo malo, puede sacarse algo bueno.” (Impossible is Nothing)


Lionel Messi

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But if you don’t dream big what’s the use in dreaming If you don’t have faith there’s nothing worth believing

agosto 25, 2008

– Lena, What was most difficult today (18.08.2008)? – Probably keeping my emotions under control. I wanted to quickly get into battle, but like always, I had to wait a bit longer the other participants to come in. The anticipation was a little wearisome. But in other respects – everything was just wonderful!

– Describe all three of your jumps at 5.05.
– On the first attempt the standards were a little too far back, I didn’t get on the pole strongly, barely touched the bar with my chest – and it fell. On the second, I ran poorly, extended my steps, the pole stood up – and I basically fell flat on the bar. But on the third, my coach Vitaly Afanasevich Petrov and I adjusted the standards, adjusted my run, I took a deep breath, went – and made it.

– Was everything as simple as you’ve described?
– Well, how simple… Only the tale is simple. I can’t convey what was going on inside me. Inside everything was boiling, I was quivering outside, but I tried to control myself, and not show what was happening.


– Which of your three Olympic Games was the most difficult? – I can’t say that they were difficult… In Sydney in 2000, I didn’t even get past qualifications, although I went there for a medal (laughing). In Athens in 2004, my chances for victory were put at perhaps 80 percent to 20. Some still thought another sportswoman would win. But in Beijing 100 percent of the people were already certain of my victory; no one had any doubt. And psychologically – entirely psychologically – these Olympics were the most difficult. Because I’ve became, for example, more widely recognized. Here I don’t go around in the Olympic village. I’ve sat in my room from August 14th until today.


– What thoughts were going through your head today, when it was in the air at five meters? – So, yet another record, the 24th! I was already counting (laughing). Although, of course, today’s record is quite unique. Winning the Olympics with a world record – this is so cool!

– At this time you didn’t cover yourself with a towel, but with a blanket. Wasn’t it hot?
– Oy, very hot. But it helped.

– What were you thinking about at this point?
– Nothing extraneous. I tried to gather all my strength into a fist and remember the jumps I’d done in Rome and Monaco – for the world records.


– You’ll keep jumping until London-2012? – Yes, of course. This is my goal, at least. I want to win in London with a world record – and leave with a clear conscience. (But if you don’t dream big what’s the use in dreaming If you don’t have faith there’s nothing worth believing)

(source http://www.allsport.ru/index.php?id=18037)

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A voz do anjo Sussurrou no meu ouvido Eu não duvido Já escuto os teus sinais Que tu virias…

agosto 16, 2008

As Olimpíadas fornecem alguns exemplos de motivação impressionantes na vida dos atletas.  Toda uma motivação, juntamente com uma boa preparação e aperfeiçoamento técnico produzem resultados factíveis e viáveis servindo de demonstração perante esportes, negócios,  estudos e a própria vida.

Um exemplo disso é César Cielo, passou 3 anos fora do país, em uma cidadezinha do Alabama onde não tinha praticamente nada para fazer.Pouca diversão, gente estranha, costumes diversos do habituado em seu país, enfim muita saudade e outras coisas que alguém sente quando está longe de sua terra. O que restava para fazer era treinar e treinar. Ficou longe da família, dos amigos apenas para chegar um grande momento. Ser campeão olímpico.

A dedicação de uma vida inteira para atingir uma consagração em apenas 21,30 (vinte um segundos e trinta centésimos). Como o próprio Cielo diz: “É uma vida em 21 segundos.” É quase nada para arriscar toda a dedicação, o tempo que deixou de lado habidicando de coisas que gostava de fazer, por esse pequeno lapso.

Tudo para viver um sonho como ele mesmo disse:

“Sou um campeão olímpico. Era um sonho que tinha desde criança. Nunca imaginei chegar onde cheguei. Agora posso dizer: sou um campeão olímpico”, disse ao Sportv.

Praticamente abdicou de sua vida durante esse tempo todo. Teve coragem e ousadia ao chamar a responsabilidade para si quando disse que iria em busca do ouro olímpico na prova dos 50m nado livre. Logo após ter ganho o bronze na prova dos 100m nado livre.

Sua motivação é estampada nessa frase colocada em seu blog (http://cesarcielo.blog.terra.com.br/) :

“Toda hora que bate um aperto, uma preocupação, eu me lembro de uma frase que uma menina me mandou uma vez e que está colada na parede lá de casa: “Não desperdice as chances que você mesmo criou”. É isso o que eu estou trazendo para essa Olimpíada.”

É de fato os grandes também sentem pressão, esse aperto que bate no ser humano de tempos em tempos quando se está diante de uma prova que pode decidir a sua vida. Não há como não sentir a pressão é do ser humano esta sensibilidade.

César Augusto Cielo Filho nasceu em 10 de janeiro de 1987, em Santa Bárbara d’Oeste, cidade do interior do estado de São Paulo. Atualmente, César Cielo estuda administração e treina natação na Universidade de Auburn. A cidade do Alabama foi escolhida pela tranqüilidade. César Cielo competiu sete vezes pelo Auburn Tigers no NCAA, tradicional campeonato universitário norte-americano de natação.

César Cielo foi um dos destaques do Pan do Rio de Janeiro. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, César Cielo conquistou a medalha de ouro nos 50m livre e 100m livre. Além disso, foi fundamental para a vitória da equipe brasileira no revezamento 4 x 100 m livre. Além disso, César Cielo ficou com a medalha de prata no revezamento 4 x 100 m medley.

Nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, César Cielo ganhou a medalha de bronze na prova dos 100m nado livre. César Cielo bateu na fase classificatória o recorde olímpico dos 50m livre com 21s47. Poucos minutos depois, o francês Amaury Leveux superou a marca em um centésimo. Na semifinal, César Cielo voltou a bater o recorde olímpico, com a marca de 21s34.

Com a medalha de bronze nos 100m livre, César Cielo conquistou a 10º medalha para a natação do Brasil nos Jogos Olímpicos e a 80º medalha brasileira nas Olimpíadas.

Na final dos 50m livre Césão conquistou o primeiro lugar. A inédita medalha de ouro para a natação veio com um tempo de 21s30, apenas dois centésimos acima do recorde mundial do australiano Eamon Sullivan, sexto lugar nesta mesma prova.

Nada mal para o garoto de Santa Bárbara do Oeste que tentou, antes da natação, ser judoca ou jogador de vôlei. “O problema do judô é que eu era muito mais alto que os meninos da minha idade, então me colocavam pra lutar com os mais velhos e eu levava muita porrada”. O vôlei foi uma escolha do pai, também César. Quem definiu a carreira do nadador, porém, foi a mãe, Flávia, que o levou para o Pinheiros em 2003.

Em São Paulo, ele passou a treinar com o nadador que, anos mais tarde, superaria: Gustavo Borges. “Fiquei quase dois anos treinando com ele e aprendi muita coisa. O Gustavo é muito atencioso e perfeccionista, e me ajudou a melhorar minha técnica”, conta. Foi o veterano que levou o jovem nadador para Auburn, a universidade em que se consagrou como um dos maiores velocistas do circuito universitário norte-americano.

E foi de Auburn que veio outra peça chave na conquista: o australiano Brett Hawke. Técnico na universidade, ele se integrou à comissão técnica da equipe brasileira à pedido de Cielo, para manter o programa de treinos tão vitorioso que o brasileiro fazia nos EUA. Ex-nadador olímpico, Hawke foi sexto em Atenas-2004.

“O que eu sempre digo a ele é que a melhor fase da minha carreira veio quando eu menos pensava nos meus adversários”, lembra o técnico. Nos 100 m livre, em que nadou na raia oito, o conselho funcionou para o bronze. Nos 50 m livre, foi ainda mais longe: valeu ouro.